Trigo para silagem


Uma tecnologia inédita de trigo para produção de silagem pode ser mais uma alternativa para os produtores. A novidade para o setor é o TBIO Energia I. Exposta em parcelas da Biotrigo Genética, a cultivar não possui aristas como um trigo comum e, por isso, preserva o trato digestivo do animal. Segundo o zootecnista e Técnico em Novos Negócios da Biotrigo Genética, Ederson Henz, a cultivar desenvolvida pela Biotrigo Genética chega ao mercado com a finalidade de suprir uma demanda de produção de forragem no período outonal. Ela também pode ser usada como uma alternativa de forragem como uma alternativa de forragem, minimizando custos, maximizando o uso da terra, enriquecendo a dieta animal em energia e proteína e mantendo a saúde de rúmen pela qualidade da fibra. A tecnologia é destinada para a região sul do Paraná e para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em 2017, a cultivar entra para multiplicação multiplicação e em 2018 os agricultores e pecuaristas terão acesso, podendo semeá-la em suas propriedades. A Biotrigo é, hoje, responsável por mais de 65% das variedades de trigo cultivadas atualmente no país, 85% do Rio Grande do Sul e 60% do Paraná. Benefícios - No Brasil, quando pensamos em produção de volumoso conservado, logo imaginamos silagem de milho ou sorgo. No entanto, em clima subtropical e temperado, silagens de cereais de inverno tornam-se uma alternativa interessante para produção dos mesmos, principalmente em situações onde culturas de verão não são possíveis de serem cultivadas. Henz explica que a silagem do TBIO Energia I é uma alternativa interessante na produção de biomassa e no aspecto nutricional. Na prática, o criador engordará os animais em menos tempo, preservando o trato digestivo do animal, pois não possui aristas como um trigo comum. Além disso, contendo uma concentração satisfatória de proteínas e carboidratos não fibrosos (amido e açucares solúveis) - sendo este último a fonte de energia mais importante produzida no rúmen -, há uma estimulação do crescimento do pool de bactérias ruminais e incremento da produção de proteína microbiana e ácidos graxos voláteis dando resposta em leite ou carne. “O TBIO Energia I vem para o mercado como uma alternativa de forragem conservada, minimizando custos, maximizando o uso da terra, enriquecendo a dieta animal em energia e proteína, mantendo a saúde de rúmen pela qualidade da fibra”, explica.

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