Palavra do Presidente MR_28 Fev/Mar_2017

 

Estamos iniciando nosso processo de colheita de grãos com expectativa de um crescimento de 16% e faturamento de R$237 bilhões. Com isso, grandes volumes estarão transitando nas estradas rurais, rodovias e portos do Paraná. Aumenta a dificuldade de escoamento também de nossas produções como as frutas, verduras, aves, leite e carne; um momento essencial para o apoio do governo ao setor responsável por 75% das exportações do Paraná. O AGRO continua fazendo seu trabalho de “formiga" abastecendo o país enquanto as “cigarras" do Rio de Janeiro programam cantar o trabalho feito pela formiga. Deveriam comemorar os 20,6% de crescimento da balança comercial que o setor promoveu em relação a Janeiro de 2016.
A tecnologia continua sendo uma grande qualidade do AGRO como o desenvolvimento do biogás que gera energia, movimenta tratores e aduba nossas terras, gerando mais empregos. Diversificar a propriedade continua sendo um grande desafio como a uva, turismo rural, pecuária e grãos divulgados em nossas páginas. O Turismo, que vem ganhando destaque em nossas páginas, certamente vai gerar empregos e recursos. Recentemente, em reunião no Parque Estadual de Vila Velha, que é nosso parceiro para cursos do SENAR, iniciamos o alinhamento de atrações para a região de Itaiacoca e Alagados. Certamente, com isso, estaremos promovendo ainda mais o Meio Ambiente e Turismo para nossa região, um futuro progressista e sustentável para os Campos Gerais. Precisamos cada vez mais da desburocratização em nosso setor. Somos especialistas em produzir, preservar, desenvolver, gerar empregos e precisamos apenas de apoio e auxílio, ao invés de restrições e burocracia. Vamos trabalhar, acreditem no AGRO que o Brasil vai seguir em frente com sucesso para todos. Vamos nos desenvolver como o Paraguai, que saiu de um país considerado de segunda classe para o destaque de crescimento na América Latina, em menos de uma década.
A economia paraguaia se reinventou, atraiu investimentos e cresceu com ajuda do agronegócio. Um desempenho de fazer inveja. Segundo dados do jornal Gazeta do Povo, a transformação é visível nos números. A economia paraguaia experimentou um crescimento de 14% em 2013 (o Brasil cresceu 2,3%) e 4,7% no ano seguinte, enquanto a América do Sul cresceu, respectivamente, apenas 3,3% e 0,7%. Mesmo desacelerando, o PIB do Paraguai fechou 2015 com alta de 3% e, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), deve crescer 3,5% em 2016. A inflação segue controlada, próxima de 5%, e a taxa de desemprego do país está em queda.
O nosso vizinho recebeu elogios até do FMI. Em seu último relatório sobre o país, o fundo destacou a política fiscal do Paraguai como um importante elemento de apoio à atividade econômica do país. Portanto, com uma economia em crescimento, baixa inflação e finanças públicas sólidas, o Paraguai conseguiu criar um ambiente favorável à atração de investimentos estrangeiros, no qual vigoram regras estáveis, benefícios fiscais, baixa carga tributária (cerca de 10% do PIB contra 33,4% do PIB no Brasil) e custos bastante competitivos, sobretudo com energia e mão de obra.
Esperamos que o Brasil tenha uma “santa inveja” e possa olhar esse exemplo e que possamos mudar a nossa realidade a partir de 2017.

 

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