Nova sede representa a consolidação do Sicredi nos Campos Gerais


Obra conta com 12 mil m² de área construída e vai abrigar a sede regional da cooperativa e a agência da Nova Rússia.

O Sicredi inaugurou, no dia 31 de março, sua nova sede regional nos Campos Gerais e agência Nova Rússia. Ao todo, são 12 mil metros quadrados de área construída, com investimento que supera os R$ 34 milhões. No local, trabalham cerca de 80 colaboradores, com capacidade para atender mais de cinco mil associados. De acordo com o diretor executivo da cooperativa, Márcio Zwierewicz, a obra é considerada o marco da consolidação da cooperativa e a conclusão do ciclo de verticalização do Sicredi na região dos Campos Gerais. “Com a conclusão desta obra, nos orgulhamos em dizer que, em um período de cinco anos, renovamos ou reinauguramos todas as agências do Sicredi na nossa área de atuação”, afirma. Já a diretora de operações da Sicredi Campos Gerais, Tilene Farina, destaca os diferenciais da nova sede. “São 12 mil metros de área construída, divididos entre cinco pavimentos de sede regional, dois subsolos de estacionamento, e dois pavimentos para a agência Nova Rússia, com espaço específico para atendimento a pessoas físicas e jurídicas. O prédio respeita diversos princípios de sustentabilidade, entre eles o uso de placas fotovoltaicas que geram energia suficiente para abastecer até 30 casas”, revela a diretora. Tilene explica ainda que a obra foi idealizada em 2012, mas o projeto só foi concluído em 2013, com início das obras em abril de 2014. O projeto arquitetônico foi realizado pelo escritório Roesler & Kredens Arquitetura, e a obra executada pela Construtora Baggio. Na sua construção foi priorizada a utilização de recursos naturais, como a iluminação solar (o prédio com visual moderno possui ampla área envidraçada) e conta com tecnologias sustentáveis, como placas para a captação de energia solar, e o armazenamento da água da chuva, para ser utilizada nas descargas. O prédio foi concebido para utilizar iluminação de led e possui um projeto elétrico bastante complexo. “Para suportar toda arquitetura moderna, precisamos planejar e executar a construção de forma muito cautelosa e projetar lajes especiais, cabos de aço e vigas ainda mais resistentes”, explica o engenheiro civil, da Construtora Baggio, João Baggio.

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