Sindicato Rural de Castro
faz 50 anos em 2017

 "A minha vida foi praticamente dentro do Sindicato Rural de Castro, tentei várias vezes deixar a presidência, mas sempre me convenciam a ficar. Aqui nunca deixei cobrar nada, aqui se atende o meio rural gratuitamente e é oferecendo ótimos serviços ao produtor.”
Ex-presidente Lauro Lopes

 

O Sindicato Rural de Castro está prestes a completar seus 50 anos em julho de 2017, e o advogado, empresário, político e produtor rural Lauro Lopes é memória viva desta história em favor dos produtores rurais. O “Seo Lauro”, como carinhosamente é chamado por todos, participou desde a primeira reunião do que hoje é o Sindicato Rural de Castro.
A história inicia em 1967, após o pedido da Associação Rural de Castro ao Ministro do Trabalho e Previdência Social solicitando que a entidade fosse reconhecida como Sindicato Rural de Castro.  Segundo Seo Lauro, os devidos documentos foram feitos e a Carta Sindical foi aprovada e registrada em 13 julho de 1967. A presidência provisória do Sindicato ficou com Rivadavia Menarim que deixou registrado em ata que a conquista do reconhecimento é uma vitória para os produtores. “Congratulo-me com os presentes, pela vitória alcançada, em podermos hoje contar, com um órgão de defesa da classe, e que veio de encontro com as necessidade e aspirações da Classe Rural!”, expressou o presidente a época o registrado em livro ata. Menarim ficou como presidente até a eleição da diretoria definitiva, que aconteceu em 14 de outubro de 1967 e foi eleito como presidente o Cel. José Floriano Peixoto Filho e 1º Vice-presidente, Antão Prestes.
MEMÓRIA - O ex-presidente Lauro Lopes guarda vivo na lembrança todos esses fatos. “Naquela época eu era novo, mas já fazia parte da Associação Rural de Castro, até que surgiu a oportunidade para criarmos o Sindicato. Automaticamente todos os membros da associação passaram a ser filiados ao sindicato. Iniciei como filiado e em pouco tempo fiz parte da diretoria. Passei pelos cargos de tesoureiro, secretário e também presidente. Além disso, fui integrante de vários conselhos da FAEP e do SENAR. Assumi a presidência, porque faleceu o presidente Antônio Ramim Silveira, em maio de 1983. Ele foi um dos mais valorosos companheiros que tanto lutou pela classe desde a fundação do sindicato. ”, recorda Lauro Lopes. Ele afirma que sua vida foi praticamente dentro da instituição. Dos 50 anos, o ex-presidente ficou por 33 anos na presidência e a deixou em 2016. Durante todos esses anos, trabalhou atendendo gratuitamente os produtores e sempre investiu no patrimônio do sindicato, comprando novos terrenos para ampliação da nova sede e mantendo as antigas que hoje ajudam no faturamento da instituição. “A minha vida foi praticamente dentro do Sindicato Rural de Castro, tentei várias vezes deixar a presidência, mas sempre me convenciam a ficar. Aqui nunca deixei cobrar nada, aqui se atende o meio rural gratuitamente e oferecendo ótimos serviços ao produtor. Coloquei esse lema aqui, pois percebia que em outros sindicatos tudo era cobrado e isso não é correto. ”, salienta o ex-presidente.
Lauro acredita que o sindicato de Castro é um dos sindicatos mais atuantes do Paraná e vem sendo exemplo de trabalho e dedicação aos produtores. “Os dirigentes da FAEP e outros presidentes quando visitam nossa sede sempre ficam encantados com que, junto com a diretoria e nossos colaboradores e principalmente junto com nossos produtores, conseguimos construir aqui. Quando avalio o que fizemos, acredito que eu poderia ter feito mais, porém deixo para a história avaliar se o pouco que fiz fez a diferença para nossos produtores. ”, avalia o ex-presidente Lauro.
LUTAS - Ele também recordou de algumas lutas batalhadas pelo sindicato, entre elas o Tratoraço em Brasília em 2005, em defesa dos produtores rurais que quando precisam fazer um financiamento, além de encontrarem muita burocracia e barreiras, ainda sofrem com altas taxas de juros. Recordou de outro Tratoraço e mobilização dos produtores castrenses em 2006, para sensibilizar o governo que estava com uma política econômica agrícola que penalizava nosso setor. Outra batalha feita em 2011, em Brasília, foi para o Novo Código Florestal, onde os produtores estavam propondo o melhor para ter um harmonia entre trabalho e o meio ambiente, ou seja para produzir e preservar a natureza.

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