Carne de frango in natura: preços dão primeiros sinais de reversão


Após retrocederem, em junho passado, a um dos menores patamares da presente década, no mês seguinte, julho, os preços da carne de frango in natura (produto inteiro e cortes) apresentaram ligeira alta, sinalizando uma possível reversão do processo de redução enfrentado desde o ano passado.

Depois de alcançar, em maio de 2019, seu melhor preço em mais de quatro anos, os cortes de frango enfrentaram processo de desvalorização que, no espaço de 13 meses, representou redução de mais de um quarto (26,6%) nos valores praticados e o retrocesso a uma cotação que não era vista desde o início de 2007.

Com o frango inteiro não foi muito diferente. Seu pico de preços mais recente ocorreu em dezembro de 2018, ocasião em que foi negociado por cerca de US$1.500/t, resultado então já desanimador, pois correspondia a um retrocesso de quase 30% em relação ao pico alcançado em abril de 2013 (pouco mais de US$2,120/t).

Mas a partir de 2019 a desvalorização se intensificou ainda mais. A exemplo do ocorrido com os cortes, em junho de 2020 a cotação registrada atingiu o menor nível em mais de 13 anos. Ou seja: ficou acima, apenas, da que foi registrada em fevereiro de 2007.

A ligeira valorização mensal observada em julho (de quase 9% para frango inteiro; de pouco mais de 2% para os cortes de frango) não altera a situação até agora observada. Mas é um primeiro sinal de que pode estar começando uma nova fase revitalizadora de preços no setor.

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