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Café monitora chuvas no Brasil e estende ganhos na manhã desta 3ª em NY

Publicado em 07/02/2023

Produtor participa com cautela do mercado, mas consegue boas negociações, afirma analista

O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta terça-feira (7) estendendo os ganhos para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Mantendo a tendência de alta e de preocupação, o mercado abre mais um dia de valorização para os preços. As chuvas no Brasil estão limitando os tratos culturais nas lavouras, aumentando a preocupação com potencial da safra em 2023.

O produtor, segue participando do mercado com cautela. "Os cafés brasileiros de boa qualidade a finos estão sendo vendidos para o exterior com bons ágios frente às cotações na ICE em NY", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.

Por volta das 08h50 (horário de Brasília), março/23 tinha alta de 150 pontos, negociado por 177,20 cents/lbp, maio/23 tinha valorização de 160 pontos, cotado por 177,40 cents/lbp, julho/23 avançava 170 pontos, cotado popr 177,25 cents/lbp e setembro/23 tinha alta de 155 pontos, cotado por 176,05 cents/lbp.



Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu no positivo. Maio/23 tinha alta de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 2059, julho/23 tinha alta de US$ 15 por tonelada, negociado por US$ 2032, setembro/23 tinha valorização de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 1998 e novembro/23 avançava US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1975.


Mercado Interno - Última sessão


O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 0,90% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.120,00, Machado/MG teve alta de 3,23%, valendo R$ 1.120,00, Varginha/MG teve alta de 2,75%, valendo R$ 1.120,00, Campos Gerais/MG teve alta de 1,81%, cotado por R$ 1.127,00 e Franca/SP teve alta de 1,75%, valendo R$ 1.160,00.

O tipo cereja descascado teve alta de 0,83% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.220,00, Varginha/MG teve alta de 2,63%, valendo R$ 1.170,00 e Campos Gerais/MG avançou 1,71%, valendo R$ 1.187,00.


Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

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